Capítulo 7
Capítulo 7
August 29, 2026
Quando Alice retornou à sua casa em Alvorada, os ponteiros já apontavam para a meia-noite.
Dentro da majestosa vila, unicamente a luz com sensor de movimento no corredor espantava o escuro opaco. Ao redor, rastejavam apenas trevas, com nenhuma solitária lamparina encarregada da guarita pela mulher que chegava exausta.
Exatamente na mesma medida que se desenrolaram os sete anos de casamento com Jorge; não se adaptara à família Cavalcanti, ninguém a aceitara genuinamente.
Outrora, abdicava sem dores perante a indiferença com a qual a tratavam, até servindo de conciliadora para não dificultar a vida de Jorge, com bajulações para agradá-los.
Convenceu-se que apenas os seus já valeriam a pena: tendo marido e o filho, não estaria mais como uma sem-teto desgarrada.
O fato, contudo, é que tudo não passava de uma ilusão ingênua sua.
Ela não acendeu as luzes, caminhando no escuro de volta para o quarto que dividia com Jorge. Diziam ser o "quarto do casal", embora no decurso desses sete anos a quantidade de vezes que dividiram a cama fosse irrisória. Na maior parte do tempo, Jorge dormia no escritório ou no quarto de hóspedes adjacente.
Apostava há tanto tempo que a figura dele remontava a estátuas ascéticas orientais: distante, comedido e sem muitos desejos físicos. Que devotava todos os seus esforços à educação, pesquisa científica e aos rumos da empresa.
E por esse motivo é que, aos vinte e seis anos, ele conquistou o título de professor adjunto, além de ter erguido o próprio laboratório particular e a sua empresa.
Aoagr tvnasotea taritn e sêtr ao,sn com um lrecnsávoied opse on doiíomn dsa asreá cilantesócgo. oãN aaensp tclilomuupi o torpe da maserpe como se guorsa ocom mu dso priesmroáes ojesnv isma luestisr od p.ísa seetN nao naadi iahva arsgned accehns ed oomoãrçp aapr sfrreospo tri.atul
gA,oar rea íoitnd equ ssea "tomacspo"ru e acanêusi ed ojesed só imixatse qoanud o nauosts era .lae
leuqNae tne,ommo ecliA tienus ueq esess sues súimotl tese nsao anmith odis uam enemro daa.pi
Cmo o aurellc ans omsã, usse osded mapriaar por snulga ngossdeu orebs o úomnre de .Dr mi,aL taé lea rpo fim artpear paar grlai.
slAnug tosque dose,ip a aoçãigl fio atied;adn a zov od ouotr loda saova ad,ifagda mas eeegmannievtl geda:lmapo
— c,Alei nilgoad paar mim uma raoh deass...s Vcoê ooumt sau ãdseoci?
— ,imS r.D ima,L ue me .ieidcd — eAicl cefhuo os o,olhs em uspaa opr lgasun antsnesti.
sseNes ebrevs uogsn,des uma udeanxrar de notmsaspene a ertsavaosu.
Ao iarbrre so sol,ho reuuaqlq tuoro oursciíeq ed mçoãoe hviaa opevaaodr de assu aspl.iup